
Nesses momentos difíceis, de salários atrasados, problemas internos e falta de grandes vitórias, nada melhor do que um clássico contra nosso freguês preferido, aquele que sabe perder, que não fica chorando e reclamando da arbitragem, que perde como verdadeiro vice, o nosso querido co-irmão Vasco da Gama, que hoje está mal das pernas, curtindo uma fossa na segundona, não é mais o time que outrora protagonizava várias finais emocionantes contra o nosso Mengão, e sempre conquistava o título de vice-campeão.
Mas é a famosa faca de “dois legumes”, se vencermos o time pode se empolgar e começar a jogar um pouco de futebol, coisa que não pratica desde 16 de novembro do ano passado, quando sapecou o Palmeiras no Maraca. Mas se perder podemos estufar o peito e gritar: “Agora fudeu de vez!”.
Para evitar acidentes o time tem que entrar em campo e impor respeito, mas sem deixar de respeitar o Vasco, que ta jogando arrumadinho. Se jogar simples, sem inventar, e principalmente, com raça, com ou sem salário, o Flamengo ganha a parada. Se relaxar leva fumo do vascote. Enfim, que venha o freguês!
Lucas Mesquita
Mas é a famosa faca de “dois legumes”, se vencermos o time pode se empolgar e começar a jogar um pouco de futebol, coisa que não pratica desde 16 de novembro do ano passado, quando sapecou o Palmeiras no Maraca. Mas se perder podemos estufar o peito e gritar: “Agora fudeu de vez!”.
Para evitar acidentes o time tem que entrar em campo e impor respeito, mas sem deixar de respeitar o Vasco, que ta jogando arrumadinho. Se jogar simples, sem inventar, e principalmente, com raça, com ou sem salário, o Flamengo ganha a parada. Se relaxar leva fumo do vascote. Enfim, que venha o freguês!
Lucas Mesquita
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